
Devido ao aumento do uso de equipamentos
para aplicações de resinas
e gelcoats, Orgãos Governamentais
tomaram consciência sobre os problemas
que esses equipamentos provocavam ao meio
ambiente.Várias pesquisas tem mostrado
que a emissão de estireno esta
relacionada com o aumento da atomização
provocada por altas pressões nos
bicos das pistolas, geradas pelo bombeamento
de materiais.
Como solução para as
emissões de estireno ao meio
ambiente, foi criado o Sistema Flow
Coat. Quando usado corretamente, a tecnologia
Flow Coat não atomizava a resina
por causa da simples geometria do Fluxo
de Material.
O sistema Flow Coat supria a corrente
contínua de resina catalisada
que fluia continuamente no molde aberto.
A Indústria de Plástico
Reforçado com Fibra de Vidro
abraçou a Tecnologia Flow Coat
como a melhor opção para
a redução da emissão
de estireno ao meio ambiente, mas a
corrente individual linear do sistema
Flow Coat apresentava problemas.
Para as aplicações de
sistemas preenchidos de resina, existia
uma enorme dificuldade do sistema Flow
Coat, que estava no picotador de fibra
de vidro (Fio Roving) dentro do fluxo
de material.
Para isso funcionar, o operador do
equipamento precisava trabalhar com
altas pressões para que o fluxo
de resina quebrasse em pequenasgotículas,
o que produzia a atomização
do material e consequentemente a formação
de névoa.
O problema da emissão de estireno
voltava a aparecer e para reduzi-los
novas e radicais tecnologias precisaram
ser desenvolvidas, surgia então
o sistema FIT.
FIT reduziu as emissões de estireno
melhorando a tecnologia Flow Coat, usando
baixa pressão e intersecção
do fluxo dos materiais, formando gotículas
grandes após a mistura.
As grandes gotículas de resina
aumentam a saturação no
fio roving, porque eles têm grande
força de penetração
nas pequenas gotículas, a baixa
pressão reduz o consumo de ar
e evita o desgaste do equipamento.
O resultado é um laminado de
maior qualidade, produzido com o mínimo
de resíduo e emissões,
sem contar na economia de material.